A NATUREZA
NO SEU ESTADO
MAIS PURO.
       Um rio, no seu estado natural.
Uma biodiversidade singular.
O Parque Paiva Natura situa-se no concelho de Moimenta da Beira, distrito de Viseu.
A biodiversidade do território é singular e manifesta-se nos múltiplos ecossistemas habitados faunística e floristicamente na zona ribeirinha do rio Paiva. De igual forma, assumem especial destaque os elementos patrimoniais visíveis na paisagem, quer de carácter monumental, quer assentes nas vivências do quotidiano das gentes deste território, designadamente os monumentos megalíticos, os castros, a diversificada arquitetura religiosa e civil, e todas as componentes socioculturais associadas.
DOIS
PERCURSOS
MOIMENTA DA BEIRA
PAIVA NATURA
PAIVA NATURA
RIO PAIVA
ARIZ
CARAPITO
GRANJA DO PAIVA
PERAVELHA
SOUTOSA
PEVA
SEGÕES
QUINTAS DA NAVE
PLANALTO DA NAVE
SENHOR DOS AFLITOS
DE ALDEIA
EM ALDEIA
Ariz
Implantada na margem direita do rio Paiva, Ariz insere-se numa paisagem marcadamente granítica, circundada por manchas de pinhal e pequenos campos agrícolas mimosamente irrigados pelo rio Paiva e pela ribeira de Cubos.
Carapito
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Granja do Paiva
Altaneira à estrada que liga Moimenta da Beira a Vila Nova de Paiva, a cerca de 800 m de altitude, desenvolve-se a graciosa Granja do Paiva, cujo nome lhe advém da sua condição longínqua de aí existir uma exploração agrícola ligada a instituições monásticas e do “seu” Paiva que lhe fertiliza as terras.
Peravelha
Pêra, variante de Pena, irmã semântica de Penedono, Penalva e outros topónimos ligados a grandes rochedos; Peravelha tirou o seu nome das pedras monumentais em que nasceu.
Peva
Peva, terra ancestral, que se encontra-se a 800 m de altitude é um local onde é passível contemplar em simplicidade e em silêncio, o contraste existente entre a aridez da serra e o verde dos prados férteis irrigados pelas águas límpidas do Paiva. Até 1834 pertencia ao extinto concelho de Pêra e Peva, de onde transitou para o actual município de Moimenta da Beira.
Quintas da Nave
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Segões
Segões desde sempre esteve ligada à produção de pão. Antigamente cultivava-se milho e centeio, que depois eram moídos nos inúmeros moinhos de água que ainda povoam as águas do Paiva e do Corgo de Segões. Nesta terra pequena, muitas vezes isolada por fortes nevões, desenvolveu-se um verdadeiro espírito de entre ajuda. O forno comunitário é um exemplo do uso comum dos equipamentos, mas o que mais salta à vista, é a presença de um magnífico conjunto de espigueiros comunitários, a maior concentração da Beira Alta, com as suas eiras de granito puro beirão.
Senhor do Aflitos
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Soutosa
Soutosa encontra-se intimamente ligada a Aquilino Ribeiro, que retratou fielmente o seu património natural e cultural, imortalizando para sempre esta povoação na literatura portuguesa.Na propriedade onde viveu e escreveu o ilustre escritor, hoje pertença da Fundação Aquilino Ribeiro, encontra-se instalada a Casa-Museu, classificada como Imóvel de Interesse Público.
        “O rio vem chocalhando da serra, lacerando-se de pedra em pedra, de salto em salto, reduzido com a estiagem a pouco mais de uma telha de água. Chegando ali é como se encontrasse o seu leito para repousar, adormecer, sem ruga, fresco, profundo, sobrevoado por miríades de libélulas e pelos melros e rolas que ali fazem ninho, habitado por uma variada, ágil e saborosa fauna ribeirinha, as trutas, os barbos e as bogas…”
AQUILINO RIBEIRO, IN ALDEIA. TERRA, GENTE E BICHOS.
Libélula-achatada
(Libellula depressa)
Truta-de-rio (Salmo trutta)
Castanheiro
(Castanea sativa)